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21 anos. Apaixonada pela leitura e pela escrita.

"Minha motivação foi esta: tentar resolver, através de versos, problemas existenciais internos. São problemas de angústia, incompreensão e inadaptação ao mundo. Eu escrevo e assim me livro de mim e posso então descansar."

"Ouve-me, ouve o meu silêncio. O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa. Capta essa outra coisa de que na verdade falo porque eu mesma não posso." - Clarice L.

"Se escrevo o que sinto é porque assim diminuo a febre de sentir." - Fernando Pessoa


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Domingo , 27 de Janeiro de 2008


 

“O dia das pessoas que amamos”

 

Eu estava lendo o blog da Heloísa Perissé hoje e as palavras dela me tocaram profundamente e essa frase, que ela citou em seu post, me inspirou a escrever.

Concordo com ela quando diz, que deveria existir o dia das pessoas em que amamos, pelo menos uma vez por semana.

A gente só se dá conta que alguém é importante em nossa vida quando o perdemos, e aí já é tarde! Por isso deveríamos tirar um dia em que ninguém trabalhasse, onde pudéssemos ter tempo para ligar para as pessoas, sair, bater papo, abraçar, beijar e dizer: “você é importante para mim”.

Cada dia que passa essas coisas se tornam menos importante. A tecnologia tem atrapalhado as pessoas a terem contato físico uma com as outras. É claro que a internet ajuda. Um e-mail, um recado, mas nada como um telefonema, um encontro, um abraço um beijo, e uma conversa.

Hoje as pessoas não dão mais parabéns pessoalmente, raramente ligam umas para as outras. Tudo hoje se resolve pela internet.

Os dias passam, a gente vai deixando para amanhã e nunca pensa que o amanhã pode ser tarde. Agimos como se não soubéssemos que as pessoas podem ir a qualquer momento, assim como nós também podemos.

 

“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã.”

 

 



Escrito por: Nathy às 18:50
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