| Arquivos |
| Link-me |
Terça-feira , 29 de Maio de 2007

Cadê você?
Sinto-me esquecida
Ninguém por perto
Ninguém que se preocupe
Ninguém que me procure
Onde está você?
Você que sempre me fez rir
Você que sempre me ouviu
Você que sempre se preocupou
Você que sempre ligou
Cadê você?
Você que é carinho
Você que é compreensão
Você que é companheirismo
Você que é colo
Você que é sorriso
Você que é abraço
Cadê você?
Eu quero você...
Eu preciso de você...
Eu acredito que você ainda existe...
Amizade...cadê você?

Gosto de coisas assim...
Hoje cheguei do trabalho e deitei na cama de uniforme e tênis. Não deitei com a intenção de dormir, até porque nem tinha almoçado ainda.
Dei uma cochilada, abri o olho, tirei o tênis e continuei deitada.
Comecei a sentir frio, puxei o edredom, me ajeitei e peguei no sono: dormi a tarde inteira! Acordei várias vezes, mas sentia um prazer enorme em estar deitada podendo desfrutar daquela cama quentinha e agradável. Acordei só para tomar banho e ir para a faculdade. Meu desejo era de ficar ali, mas eu precisava voltar a minha realidade.
Isso me fez bem. Coisas assim me fazem bem. Eu curto as coisas simples da vida...
Eu gosto de uma boa companhia...
Eu gosto de olhar nos olhos...
Eu gosto de assistir um filme...
Eu gosto de passar o dia de baixo do edredom...
Eu gosto de comer brigadeiro de colher...
Eu gosto de reunir os amigos...
Eu gosto de carinho...
Eu gosto de colo...
Eu gosto de abraço...
Eu gosto de cafuné...
Eu gosto das coisas simples...
Domingo , 27 de Maio de 2007
Meu Domingo...
Levantei pensando na feijoada que teria na minha avó (casa ao lado) hoje. Olhei pela janela da minha casa e vi uma fila de carros na rua. Parei naquela janela e fiquei por alguns instantes, tentando imaginar quem mais estaria na casa da minha avó, além daqueles tios (as) e primos (as) que estão todos os domingos. Não pensei muito e fui para a casa ao lado, do jeitinho que eu estava: pijama, pantufa, cabelo sem pentear, enfim...não me preocupei com quem estaria lá.
Abri a porta do fundo e da cozinha eu enxergava a garagem lotada de pessoas (da família). Não havia nenhuma pessoa desconhecida, mas eu nem sequer fui até lá cumprimenta-los. Minha mãe olhou para mim, com um olhar de quem queria me engolir, pedindo pra que eu fosse cumprimentar as pessoas. E eu olhei para ela com um olhar de quem queria ser engolida e falei que não ia e que eu queria mesmo é sair dali correndo.
O almoço ainda não estava pronto, e eu sentei no canto da cozinha feito uma jacu e quem me via, vinha me cumprimentar, caso contrário eu nem levantava do banco.
Eu perguntei para minha avó se o almoço ia demorar muito para ficar pronto, pois a casa estava muito lotada e eu não ia comer com aquela aglomeração de gente. Ela então improvisou um arroz e me deixou comer.
Eu comi ali mesmo, onde estava. Terminei, coloquei meu prato na pia e voltei para minha casa.
...10 minutos depois:
Mãe: “Nathalia, por favor, vá à sua avó depois cumprimentar o Sérgio”
Eu: “Não! Tem muita gente lá...”
Mãe: “Tudo bem, mas vá só falar um oi, porque ele já perguntou de você. Te viu na cozinha e perguntou porque você não foi cumprimenta-lo”.
Eu: “Nem ele e nem ninguém. Não vou!”
Anti-social?
Pense o que quiser...